O Gui regressou ontem à escola. A mãe também. Sensação agridoce. Regressar ao trabalho, adaptar-me as trabalhos estagnados. Começar outra vez. Por outro lado, estar circunscrita às "quatro" paredes de minha casa, pela pior causa de todas, faz-me sentir inútil e inerte.
Então: o Gui continua a tomar o seu antibiótico e, talvez por isso, está em plena forma. Hoje, possivelmente, iremos à aula de Gymboree com a amiga F. A alimentação (o seu calcanhar de Aquiles) continua má e o "homem do saco cinzento, grande e escuro" ainda não partiu.
Da terapia da fala registamos o seguinte: o processo deverá ser mais simples e curto do que inicialmente imaginámos. Os exercícios que tem de fazer obrigatoriamente têm uma alternativa menos inflexível e ele fá-los sem notar. E, todos eles, são de uma simplicidade cruel. Pequenos passos para grandes conquistas. É possível compreender que gestos tão simples como os que tem agora e que raramente concretizava, poderiam ter feito a diferença e talvez não tivesse de se submeter a esta etapa neste momento.
p.ex:
- Soprar através de uma palha.
- Beber por uma palha.
- Soprar
- Encher balões
- Apitar (língua da sogra ou o apito do papá)
- Encher a boca com líquidos.
- etc.
Portanto, enquanto mãe, aqui deixo o meu conselho:
Deixem-nos fazer tudo... :-)... se antes queria que ele bebesse água por um copo, agora quero muito que conquiste a palha... outra vez ;-).


