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Em casa educamo-lo de forma a nunca ser agressivo, mas sabendo como ele é frágil e emotivo, como se ofende por pouco e se encosta de lado quando se impõem, tentamos dizer-lhe que pode manifestar-se mais, impor as suas vontades e defender-se mais. Parece, então, que levou à letra o que lhe dissemos. Bom, não no sentido literal, senão não teria batido nem iniciado a briga.
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Na escola ficou de castigo. Achei muito bem. Acabou por pedir desculpa à A.P. por ter feito uma gritaria de todo o tamanho quando o brinquedo não lhe foi entregue, por ter esperneado, por ter gritado sem ouvir ninguém e por ter acordado dois amigos na hora da sesta, mas não pediu ao seu amiguinho.
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Nós, continuamos à procura de jardim de infância, apesar de já termos vaga garantida num deles. É que algumas referências não são as melhores. Ontem fui visitar as instalações de um e saber em concreto que tipo de condições físicas e humanas podem garantir. Fiquei mais satisfeita, mais ainda quando, à saída, encontrei uma colega de trabalho que me garantiu sucesso e qualidade (afectos... que é o que pretendo acima de qualquer coisa...). Veremos.
Às vezes há com cada coisa...o Tomás tb de vez em quando lembra-se de cada uma e anda à batatada, até assusta..mas é como o gui, deixa-se fazer, e então dizemos sempre para ele se defender mas às vezes é demais..
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